
Recortes
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Mãe

terça-feira, 28 de abril de 2009
Lágrimas
domingo, 26 de abril de 2009
Caminho de Luz

Vindo de alguém tão especial e que tem sido uma verdadeira fonte de Força e de Luz, alguém que admiro cada vez mais, que me transmite paz e tem sido um guia no meu caminho, foi uma referência que me deixou profundamente feliz e honrada.
Este é um selo que me incentiva a continuar as minhas "batalhas", as minhas "buscas" e as minhas "paixões". Obrigada! Quero continuar a fazê-lo, da melhor forma.
A este Caminho de Luz, assisto diariamente no Grimmoire, pelas mãos da Shin e pelas de todos os seus leitores e amigos, que passaram a ser uma fonte de inspiração também.
Este selo é uma partilha para todos os que leio e para todos que me visitam.
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sexta-feira, 24 de abril de 2009
Angels

terça-feira, 21 de abril de 2009
Awards
A minha querida amiga Rute, achou por bem atribuir-me este Award:
Segundo ela, este é um blog "that is really worth reading". Um mimo!
Minha querida, os meus agradecimentos. Logo de ti, fundadora de um blog com uma causa mais nobre, ajudar os professores no eterno dilema das fichas. Fica aqui a dica: Dona Professora e as Mil Fichas.
Como devo partilhar este prémio com outros blogs (tarefa que não me incomoda nada, pelo contrário), vou fazê-lo com aqueles onde gosto de passar alguns momentos. Aqueles que me inspiram, que me são queridos, mas sobretudo que me ensinam algo. São eles:
As regras dizem que devia nomear cinco blogues e que estes devem fazer o mesmo com mais cinco à sua escolha. Eu acho que este prémio veio do coração e é com esse sentimento que segue para os outros. Assim, deixo ao critério de cada um dar-lhe seguimento (ou não), sendo que não nomeio mais nenhum pelo facto desses candidatos já terem recebido o mesmo prémio.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Depeche Mode
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto em alguém,
Essas coisas todas -
Essas e o que falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitivamente o infinito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade, infecundo cansaço
Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos, "Poemas"
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Need a hug

terça-feira, 14 de abril de 2009
Resposta superior
"Deus não joga aos dados" - Albert Einstein
my turn
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Leituras Mágicas

Há dias estava sentada à frente do computador e pensava num outro excerto que me toca pois faz-me lembrar pessoas e situações que são bastante importantes para mim. Ao passar os olhos por aqueles que eu sigo parei uma pouco no Grimoire a ouvir a sua sonoridade (sempre inspiradora). Mas era cedo e a minha querida Shin ainda não tinha colocado a sua "anotação" diária. Sorri e pensei imediatamente no Principezinho e na raposa e em como este excerto se aplicou ao meu pensamento:
"Era melhor teres vindo à mesma hora, disse a raposa. Se vieres, por exemplo às quatro horas da tarde, às três já começo a ser feliz.(...) Às quatro horas já começarei a agitr-me e a inquietar-me (...) Mas se vieres a uma hora qualquer nunca posso saber a que horas hei-de vestir o meu coração."
Está visto. O ser humano é mesmo feito de hábitos.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Bravo!
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Lembras-te?
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Em todas as ruas...
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto, tão perto, tão real,
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura
Em todas as ruas te encontro
Em todas as ruas te perco